Os teus dados
O que fica guardado, o que não fica, e como pedir que seja apagado. Está escrito com o que o produto faz hoje, não com o que gostaríamos de vir a fazer.
Quem trata os teus dados
A Rhamos é um produto da REALCHAIN, S.A., e é essa a sociedade responsável por tudo o que está escrito nesta página.
- Sociedade anónima, NIPC 516852574
- Avenida da Liberdade 110, 1269-046 Lisboa, Portugal
- Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa
- Capital social: 1 000 000,00 €
O que fica guardado
Fica o teu email e o teu telemóvel, porque são a tua conta, e a prova de que os confirmaste. Sem eles não há como te devolver um relatório nem como saber que és tu.
Fica também cada relatório que mandas guardar, com a prova do consentimento: a frase exacta que te mostrámos, a data, e os dados técnicos do pedido. As respostas que várias simulações partilham ficam no teu navegador durante a visita e desaparecem quando fechares o separador. Nunca saem daí.
Para veres um relatório precisas de conta, com o email e o telemóvel confirmados. É isso que nos permite falar contigo se pedires ajuda, e é a única razão por que to pedimos.
Não usamos cookies para te seguir, aqui ou noutro sítio qualquer. Se entrares na tua conta, guardamos um cookie de sessão que serve só para te manter ligado, e cai quando saíres.
Quando colas um anúncio
Algumas contas têm uma caixa onde podes colar o texto de um anúncio para nós lermos os números por ti. Esse texto sai daqui. É enviado tal e qual para um fornecedor de inteligência artificial que trata do texto, com servidores fora da União Europeia, e é ele que identifica o preço, a área e o resto.
Se colares os contactos de quem vende, eles vão nesse texto. O anúncio costuma trazer o nome, o telefone e a morada do imóvel, e nós não temos como distinguir isso do resto antes de o enviar. Se preferires, cola só a parte com as características, que a leitura funciona na mesma.
Não guardamos o texto colado. Ele é lido no momento do pedido e não fica em base de dados nenhuma, nem entra nos registos de utilização. O que fica no teu ecrã são os campos propostos, com o pedaço do anúncio de onde cada um saiu.
Nada é preenchido sem passares os olhos. O que a leitura propõe fica à tua frente para confirmares ou corrigires, e o que ela não encontrar fica em branco e di-lo. Nunca inventamos um valor a partir do contexto.
Quando pedes o aviso de uma zona
Uma das contas deixa-te pedir que te avisemos por email quando o instituto de estatística publicar um trimestre novo para a zona que escolheste. Isso é uma caixa à parte, com um consentimento próprio. Guardar o relatório e receber avisos são duas decisões, e nenhuma é condição da outra.
O que fica guardado é o teu email, a zona que escolheste e a data. Mais a prova do consentimento, como em tudo o resto: a frase exacta que te mostrámos ao lado da caixa. Não guardamos a simulação que fizeste para efeitos do aviso, e o aviso não leva nada sobre a casa que tenhas indicado: leva a mediana da zona, que é pública.
Sai no máximo uma mensagem por trimestre, porque é essa a cadência da fonte, e cada uma traz uma ligação para cancelares. Cancelar é imediato e não precisa de resposta nossa: a subscrição fica marcada como cancelada e deixa de haver mensagens.
E o apagamento alcança isto. Se pedires que os teus dados sejam apagados, as subscrições activas são canceladas no mesmo momento, e não fica nenhuma promessa de te voltar a escrever.
Quando chegas pelo link de um consultor
Um consultor da Rhamos Properties pode partilhar uma ligação com um código no fim, do género ?c=joana-m. Esse código diz quem é o consultor, e não diz nada sobre ti. Serve para o trabalho dele ficar reconhecido quando alguém que ele trouxe pede que a equipa o contacte.
O código fica no teu navegador enquanto este separador estiver aberto, e desaparece quando o fechas. Não é um daqueles ficheiros que ficam meses a seguir quem visita: não guardamos nada duradouro no teu navegador para isto, não te seguimos entre sites, e se voltares amanhã por um endereço normal não fica rasto nenhum do código.
Do nosso lado registamos que aquele código trouxe alguém, e a que conta. Não fica o teu email, nem o teu telefone, nem nada da casa que estiveres a calcular. Se criares conta, o código passa a estar ligado a ela, e isso é o que faz o teu pedido de contacto chegar ao consultor certo em vez de a ninguém.
E continua a ser preciso marcares a caixa. Chegar por um link de um consultor não autoriza contacto nenhum: quem autoriza és tu, na caixa da secção seguinte, e sem ela ninguém te liga.
Quando pedes que te contactem
No fim de um relatório há uma caixa a perguntar se queres que a equipa da Rhamos Properties te contacte sobre o que acabaste de calcular. Nasce por marcar, e marcá-la é a única coisa que autoriza um contacto. Se não a marcares, ninguém te liga por causa desta simulação.
O que fica guardado é a prova do consentimento: a frase exacta que te mostrámos, a versão dela e a data. Fica também o nome, se o escreveres na caixa que aparece a seguir, e uma linha com a simulação de onde veio o pedido. Pedir que te contactem e receber o relatório são duas coisas diferentes, cada uma com texto próprio e caixa própria, e nenhuma é condição da outra.
Quem te vai contactar vê o teu nome, o teu email e o número que confirmaste, num painel só da equipa da Rhamos Properties. O relatório não: o que tu calculaste é teu, e fica onde estava. Se não marcares a caixa, nada disto chega a ninguém.
Podes voltar atrás. Escreve para o endereço abaixo a dizer que retiras o consentimento, e deixa de haver autorização para te contactar. O relatório fica na mesma: são duas coisas diferentes.
Podes pedir que seja apagado
Escreve para privacidade@rhamos.com a partir do mesmo email que usaste para guardar o relatório.
Escreve do email da tua conta: é ele que liga o pedido à pessoa, e é a única maneira que temos de saber que o pedido é teu.
O que acontece a seguir
Uma pessoa lê o pedido e executa-o à mão. Não é automático: não há formulário que apague nada, nem botão que o faça por ti. É uma escolha, e à escala em que o produto está é a escolha honesta. Um formulário anónimo de apagamento seria uma arma contra quem guardou um relatório.
Não te damos um prazo. Não temos nada que o sustente, e preferimos não escrever um número a que não sabemos responder.
O que é apagado, e o que fica
Apaga-se quem tu és: o email, o telefone e o nome, e também o endereço IP e o navegador que tinham ficado guardados dentro da prova do consentimento.
Fica o quê, sem o quem: o relatório em si, já sem nada que te identifique, e a prova de que houve consentimento: a frase que te foi mostrada e a data em que foi dada. É essa prova que permite responder mais tarde à pergunta «o que é que esta pessoa viu quando disse que sim».
O relatório não se apaga, e não é por escolha nossa: a tabela onde vive recusa alterações e remoções a toda a gente, incluindo a nós. É isso que faz de um relatório um facto reproduzível de um dia, e é também por isso que ele não guarda o teu email lá dentro.
A ligação partilhada continua a abrir. Se guardaste um relatório, o link que recebeste deixa de resolver por idade, na data em que caduca. O apagamento não o mata, porque a ligação vive dentro do relatório imutável. Se isso te preocupar, diz-nos no mesmo email.